O parto da ideia é uma dor,
a dor da perda do controle.
Um controle sanitário-sanatório
algemando os subprodutos criminosos da
alma.
Entretanto é dos criminosos o futuro,
uma soltura-oportunidade única
finalmente desculpável.
Nossa cura.
“Meneie a cabeça, pequeno semideus
inconsequente,
siga em frente em sua trilha,
antes que eu conte ao papai
em detalhes sua proeza!”
A fecundação da alma
é um amor-odor-cor-calor que acalma
o eu-mártir prognosticador.
Sua única valia,
peregrino imigrante nômade viajante
do crer-saber.
do crer-saber.
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